Os cristãos podem acreditar nos signos do zodíaco? Qual é o significado do signo do zodíaco de uma pessoa? Existem signos astrológicos no cristianismo?

É certo acreditar em astrologia? Essas perguntas vêm à nossa mente quando lemos sobre “Signos do Zodíaco” e Astrologia. Neste artigo, discutiremos esses tópicos e sua relevância para o cristianismo.

Acreditar em signos é pecado

Acreditar em signos é pecado
Acreditar em signos é pecado

Saiba que Acreditar em signos é pecado, Até mesmo o simples ato de acreditar nos signos do zodíaco é proibido. Você pode se perguntar por que Deus não gostaria que você acreditasse na astrologia.

Em Sua Escritura, Deus deixou claro como ele se sente sobre nós buscarmos orientação e clareza de qualquer outra fonte, exceto a Bíblia. Quando acreditamos em astrologia, acreditamos essencialmente na interpretação de um astrólogo e não na de Deus.

Quais são os signos do zodíaco? (A História Explicada)

Como muitos de nós já sabemos, a astrologia é uma prática babilônica muito antiga que existe há séculos. O termo “zodíaco” vem da cultura grega e geralmente significa “figura animal esculpida”. 

Além disso, a ordem dos signos do zodíaco originou-se deste período. Em matéria de astrologia, o zodíaco representa o ‘cinturão dos céus’ que inclui todas as posições do sol, da lua e dos planetas.

O zodíaco é dividido em doze signos astrológicos: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. Antes dos gregos, os babilônios já dividiam o zodíaco em 12 signos por volta de 1500 aC.

Embora os nomes não sejam completamente idênticos, eles se assemelham aos nomes dos 12 signos do zodíaco que usamos hoje. Algumas das palavras que eles usavam naquela época incluem os Grandes Gêmeos, o Leão, a Balança, etc.

Mais tarde, no período da Grécia Antiga, os gregos se estabeleceram nos signos de 12 estrelas que reconhecemos hoje.

 Eles nomearam esses signos astrológicos após constelações e os combinaram com datas baseadas na aparente relação entre suas posições no céu e no sol.

Uma pessoa que tornou os signos astrológicos mais populares como são conhecidos hoje é um astrônomo chamado Ptolomeu. Ptolomeu escreveu um livro sobre a história da astrologia ocidental que lançou mais luz sobre os signos do zodíaco de hoje. 

Durante este período (o período da Grécia Antiga), considerava-se que o primeiro dia da primavera começava assim que o sol aparecia na constelação de Áries. Este ponto foi visto como o início do circuito do ano.

Os astrólogos acreditam que sua crença nos signos do zodíaco lhes dá uma boa compreensão da influência dos planetas e estrelas. Consequentemente, esses astrólogos acreditam que seu conhecimento das estrelas e planetas pode ajudá-los a prever e afetar o destino das pessoas.

A astrologia envolve a previsão de eventos e experiências futuras pelas quais as pessoas podem passar observando e interpretando as estrelas. Intimamente relacionado a este conceito está a adivinhação. 

Adivinhação refere-se à busca de conhecimento sobre eventos futuros desconhecidos usando meios sobrenaturais.

A prática da astrologia geralmente usa os 12 signos do zodíaco, onde cada signo tem suas características distintas, forças e fraquezas únicas e desejos específicos. Os astrólogos geralmente analisam as previsões e projeções sobre os planetas, o sol e a lua na eclíptica durante o nascimento.

O que a Bíblia diz sobre astrologia e signos do zodíaco?

A Bíblia tem muito a dizer sobre as estrelas. A mensagem principal da Bíblia é que Deus criou as estrelas, e elas são uma manifestação de Seu poder e majestade.

 Salmo 8:3; e 19:1 declara que os céus são “obras das mãos” de Deus, enquanto o Salmo 147:4 declara que Deus é aquele que tem todas as estrelas numeradas e nomeadas.

A Bíblia ensina que Deus organizou todas as estrelas em padrões ou grupos reconhecíveis que chamamos de constelações. Menciona três estrelas encontradas nas constelações: o Órion, o Urso (Ursa Maior) e “a serpente torta” ou Draco em Jó 9:9; 26:13; 38:31-32; e também em Amós 5:8.

A Bíblia também faz referência clara ao grupo estelar chamado Plêiades ou ‘as Sete Estrelas’. Diz que Deus é quem “amarra as faixas” dessas constelações e as mantém unidas. Ele também tem o poder exclusivo de trazer essas constelações, cada uma em sua estação única.

Em Jó 38:32, outra referência aos signos do zodíaco é feita quando o “Mazzaroth” é mencionado. “Mazzaroth” geralmente é traduzido como “constelações do zodíaco”.

O significado por trás das constelações do zodíaco e suas teorias também têm desempenhado um papel significativo em mostrar que alguns aspectos da Bíblia estão intimamente relacionados com nossas percepções comuns sobre astrologia e signos do zodíaco. 

Por exemplo, a constelação de Leão é geralmente considerada uma representação celestial do Leão da Tribo de Judá, mencionada em Apocalipse 5:5. Ao mesmo tempo, Virgem é amplamente visto como um lembrete da Virgem Maria que deu à luz a Cristo.