Ele os conforta com a promessa de paz nele, em virtude de sua vitória sobre o mundo, quaisquer que sejam as dificuldades que possam encontrar nele.O fim que Cristo visava ao pregar este sermão de despedida aos seus discípulos: Para que nele tivessem paz. 

Ele não pretendia, por meio disso, dar-lhes uma visão completa daquela doutrina da qual eles logo se tornariam mestres pelo derramamento do Espírito, mas apenas para satisfazê-los no momento de que sua partida deles era realmente o melhor. Ou podemos considerá-lo de maneira mais geral:

Cristo disse tudo isso a eles para que, ao desfrutá-lo, eles pudessem ter o melhor prazer de si mesmos, observe que é a vontade de Cristo que seus discípulos tenham paz interior, quaisquer que sejam seus problemas externos. A paz em Cristo é a única paz verdadeira, e somente nele os crentes a têm, pois este homem será a paz.

Esforça te e tem bom animo versículo

Esforça te e tem bom animo versículo
Esforça te e tem bom animo versículo

 

Aqui esta a resposta sobre o versículo Esforça te e tem bom animo no livro de João 16:33 NTLH Estas coisas vos tenho dito, para que em Mim tenhais paz. No mundo você terá tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

O que significa João 16:33? 

As palavras de Cristo, registadas aqui, estão entre as mais apreciadas no evangelho de João. Esta declaração combina ensino, lembrança, advertência e encorajamento. Tornar-se cristão não garante uma vida fácil. 

De fato, Jesus deixou claro que segui-Lo pode levar à perseguição (João 16:1-4). A alegria dos crentes nascidos de novo vem de saber que Cristo já obteve a vitória final, e nada neste mundo pode desfazer isso (Romanos 8:38-39). 
Que Cristo deixou claro, de antemão, que tempos difíceis virão (João 15:20-21) deve tranquilizar os crentes: essas situações não pegam Deus de surpresa.

Várias vezes durante a Última Ceia, Jesus apontou que Ele está deliberadamente dando um aviso prévio (João 13:19; 14:25; 16:4). 

Seu propósito explícito para isso é o encorajamento; em vez de reagir com medo ou confusão, os cristãos devem estar cientes de que essas experiências são parte do plano maior de Deus. 
O livro de Hebreus, especialmente o capítulo 11, celebra heróis da fé que escolheram “agarrar-se” e confiar em Deus. 
Essa confiança, as Escrituras mostram, estava bem colocada, mesmo que o cumprimento das promessas de Deus não viesse até que esses crentes tivessem passado para a eternidade.

A “paz” de que Jesus fala não é o conforto mundano, nem mesmo a felicidade. Este é o “descanso” confiante (Mateus 11:28-30) que os crentes experimentam quando deixam de lado a ansiedade (Mateus 6:25-34) e confiam em Deus para realizar Sua vontade.

Como é comum tanto na literatura antiga quanto na profecia bíblica, Jesus fala de algo garantido por Deus como se já tivesse acontecido. 

Antes desta Última Ceia (João 13:1–5), Cristo venceu as tentações de uma vida humana (Hebreus 4:15) e as iscas diretas de Satanás (Mateus 4:1–11). A vitória maior, no entanto, virá após Sua prisão (João 18:1-3) e crucificação (João 19:18), quando Ele ressuscitar dos mortos (João 20:19).

Esta declaração final de confiança leva a uma das partes mais sagradas da Bíblia: A Oração Sacerdotal de Cristo no capítulo 17.

Resumo do Contexto

João 16:25–33 completa a combinação de encorajamento e advertência de Cristo ao preparar os discípulos para Sua prisão iminente (João 18:1–3).
 Esta passagem resume a mensagem geral desse discurso: que dificuldades e perseguições virão, mas os crentes devem permanecer fiéis, sabendo que tudo isso faz parte do conhecimento de Deus e de Sua vontade.
Em vez de reagir em pânico ou dúvida, os seguidores de Cristo devem sentir uma sensação de paz. Essa confiança é inspirada pelo conhecimento de que nada do que eles experimentam pega Deus de surpresa. A expressão “coragem” implica coragem: conhecer a vitória de Cristo ofusca todos esses problemas.

Resumo do Capítulo

Ao longo de Seu ensino na Última Ceia (João 13:1-5), Jesus muitas vezes trouxe à tona o fato de que Ele está dando avisos antecipados a Seus seguidores (João 13:19; 14:25).

Sua intenção é fornecer encorajamento – a perseguição como resultado de sua fé é inevitável. De acordo com essa garantia, Jesus novamente promete a vinda do Espírito Santo.

Ele explica que após um período de profunda tristeza, Seus seguidores experimentarão grande alegria e clareza. Isso conclui com uma promessa amada de que Cristo “venceu o mundo”.

O bom ânimo é melhor compartilhado por aqueles que descartam o medo, aceitam alegremente o que vier e o usam com sabedoria, convertem-se, obedecem aos mandamentos de Deus, evitam o auto-engano e a racionalização.

Estar de bom humor torna possível transformar todos os nossos pores-do-sol em amanheceres.

Com bom ânimo, carregar nossa cruz pode ser nossa escada para a felicidade. Quando Jesus entra em nossas vidas, a alegria ilumina o caminho. Quão poderosa e consoladora é a declaração do Salvador: “No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo; Eu superei o mundo.” ( João 16:33 .)

Ele promete ficar ao nosso lado. Ele nos convida a prestar testemunho e testemunho dele. 

Que alegria e honra é para mim declarar com bom ânimo e sem medo que Jesus Cristo é o Filho do Deus vivo, que ele foi o Unigênito do Pai, que ele é, e que ele ainda virá novamente em nome de Deus. 

Agradeço a Deus pela vida do Salvador, seu amor alegre e seu exemplo. “Não há medo no amor; mas o perfeito amor lança fora o medo.” ( 1 João 4:18 .)

A toda a humanidade, em todos os lugares, testifico com alegria que nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é nosso Redentor. Ele nos sustentará agora e para sempre se andarmos em seus caminhos, tivermos bom ânimo e não temermos. Em nome de Jesus Cristo, amém.